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quinta-feira, 13 de março de 2014

015 - Napoleon Hill - 16 leis do sucesso

Napoleon Hill (26 de outubro de 1883 - 8 de novembro de 1970) talvez tenha sido o homem mais influente na área de realização pessoal de todos os tempos. Ele foi assessor de Woodrow Wilson e Franklin Delano Roosevelt, presidentes dos Estados Unidos. Dizia um dos seus compromissos: "o que a mente do homem pode conceber e acreditar, pode ser alcançada".





As 16 leis do sucesso segundo Napoleon Hill

No começo do século XX, um dos empresários mais bem-sucedidos dos Estados Unidos, Andrew Carnegie, decidiu que queria saber quais eram os denominadores comuns entre todos os grandes homens de sucesso da época. Para isso, contratou o jovem Napoleon Hill.
Por 20 anos, Napoleon Hill pesquisou sobre as 6 mil pessoas mais ricas e poderosas do mundo e descobrir o que elas tinham em comum. Hill não só as estudou como também entrevistou pessoalmente centenas delas, incluindo nomes como Thomas Edson, Graham Bell, George Eastman, Henry Ford, John Rockfeller, Theodore Roosevelt e Woodrow Wilson.
Depois de apresentado a Andrew Carnegie, o resultado do trabalho foi transformado em um curso, no qual Napoleon Hill definiu 16 leis que todas as pessoas de grande sucesso seguiam, conscientemente ou não. Se você quer modelar alguns desses grandes nomes da humanidade, leia sobre e tente aplicar você mesmo todas essas 16 essenciais regras.

1. Associação com outras pessoas com o mesmo perfil de pensamento, o Master Mind de Napoleon Hill. A primeira lei revela que todos os grandes homens tiveram que se associar a outras pessoas para conseguir realizar os seus objetivos. Uma vez que todos compreenderam a interdependência, buscaram principalmente pessoas que seguiam uma mesma linha de pensamento. Assim, segundo Napoleon Hill, todos trabalhavam em rapport com seus sócios. Napoleon Hill afirmava que a união de duas ou mais mentes gerava um todo que era maior do que a soma das partes, o que ele chamou de Master Mind – ou Mente Mestra. Sozinhos, nenhum deles teria conseguido o sucesso que conseguiu.

2. Objetivo principal definido. Outro ponto que ficou bastante claro durante a pesquisa de Napoleon Hill foi que todas as pessoas que realizam seus sonhos tinham um objetivo principal claramente definido em suas mentes, muitas vezes ricos em detalhes. Muita gente diz que quer mudar de vida, mas quando são perguntadas o que realmente querem, se atrapalham para dizer. Sabem que não querem continuar do jeito que estão, mas não tem um objetivo claro de onde querem chegar, do que querem realmente mudar. O objetivo principal na vida deve ser escolhido com um grande cuidado e, depois de escolhido, deverá ser escrito e colocado num lugar onde se possa vê-lo pelo menos uma vez por dia. Isso tem por efeito psicológico impressionar o subconsciente da pessoa de tal maneira que ela aceita esse propósito como um lema, um projeto, uma “planta” que finalmente dominará as suas atividades na vida e a guiará, passo a passo, para a consecução desse objetivo. – Napoleon Hill

Sem ter um objetivo traçado, é muito complicado realizar alguma coisa. Não devemos ser 100% orientados a metas, contudo se não tivermos um lugar para onde ir, será difícil saber como chegar lá.

3. Confiança em si próprio. As pessoas de sucesso entrevistadas demonstravam grande confiança em seu potencial, segundo Napoleon Hill. Se não para resolver o problema, para saber quem chamar para resolver. A autoconfiança é essencial para quem quer empreender algo. Quem vai confiar um investimento em alguém que não demonstra segurança? Qual cliente vai comprar algo de alguém que duvida de si mesmo?

4. Economia. A quarta lei das pessoas de sucesso identificada na pesquisa de Napoleon Hill é o hábito da economia. Em uma tradução mais moderna, podemos dizer que educação financeira é uma das regras essenciais para quem quer obter sucesso. Embora o dinheiro não seja a única ferramenta para medir o sucesso de uma pessoa, quando estamos falando de negócios e empresas (que era o caso da maioria dos entrevistados de Napoleon Hill), essa é sim a principal medida de sucesso.

O estudo mostrou que os entrevistados sabiam controlar suas finanças e assim tinham sempre dinheiro para investir em oportunidades e para arriscar empreendimentos que, se não dessem certo, também não os iria deixar no meio da rua.

5. Iniciativa e Liderança. Um outro ponto bastante claro na pesquisa de Napoleon Hill foi o de que todos os entrevistados tinham um perfil de líder e não de seguidor. Todos tomaram a iniciativa de assumir o controle de suas próprias vidas, de empreender, de sair da mesmice e levar outros associados juntos no caminho. Embora algumas pessoas realmente não tenham o perfil de liderança, acreditamos que isso pode ser trabalhado e melhorado. Napoleon Hill afirma em seu livro que para levar outras pessoas a trabalharem com você em uma iniciativa própria ou mesmo para convencer outros a comprarem seus serviços e produtos, é preciso demonstrar liderança.

6. Imaginação. Pensar fora da caixa. Essa é a sexta lei do triunfo identificada por Napoleon Hill entre os homens bem-sucedidos que ele entrevistou. Boa parte deles precisou muitas vezes usar a imaginação para pensar em um negócio que não existia, para criar uma solução na qual ninguém pensou antes, para criar coisas novas. Existe uma série de técnicas para desenvolver a imaginação e a criatividade, mas o ponto principal para Napoleon Hill é você forçar-se a mudar suas rotinas de ações e pensamentos e não ter receio de experimentar coisas novas.

7. Entusiasmo. Aqui chegamos a um ponto muito importante. Muita gente parece ter um desejo de mudar de vida, mas acaba não indo em frente. É como se faltasse o combustível para levar o carro adiante. Segundo a pesquisa encomendada por Andrew Carnegie a Napoleon Hill, esse combustível que move homens e mulheres rumo a grandes descobertas e empreendimentos é o entusiasmo. Grande parte dos maiores realizadores do mundo eram absolutamente apaixonados por seus objetivos principais definidos, a ponto de isso despertar neles grande entusiasmo para seguir em frente mesmo quando todas as condições pareciam adversas. O homem geralmente triunfa com mais facilidade num campo de esforços em que se lança de corpo, alma e coração. – Napoleon Hill

Criar entusiasmo em si mesmo – literalmente viver com paixão – é um dos desafios mais intensos e prazerosos que você pode impor a si mesmo. E foi essa a razão da criação do mude.nu: despertar nas pessoas o entusiasmo por uma vida mais intensa!

8. Autocontrole. O oitavo ponto bate muito com o quinto: ter autocontrole é, na verdade, ser o líder de si mesmo. É pensar no longo prazo, avaliar as consequências de cada ação, ter a ideia exata de que tudo o que você faz ou o aproxima ou o afasta do seu objetivo principal definido. Não ser escravo das tentações mundanas ou de estados alterados de consciência – como a embriaguez, por exemplo – é um passo essencial para quem quer estar no comando da própria vida.

9. Hábito de fazer mais do que a obrigação. Segundo Napoleon Hill, existem dois tipos de pessoas que não vão para a frente:

    Aquelas que não fazem o que lhes é pedido

    Aquelas que só fazem o que lhes é pedido

Se você quer se destacar em sua área de atuação, precisa criar o saudável hábito de andar a milha extra: sempre fazer mais do que lhe pedem, sempre fazer mais do que é obrigado a fazer. Do contrário, você será apenas uma pessoa mediana, igual a tantas outras.

10. Personalidade atraente. Os negócios são resultados diretos de interações humanas. Cultivar uma personalidade atraente é ser uma figura agradável, simpática, bem apresentada. Não estamos falando aqui de padrões de beleza e sim de comportamentos que o tornem uma companhia agradável para os outros. Existem pessoas que não fazem a menor questão de serem simpáticas. Elas estão no direito delas, porém para quem quer levar sua carreira a patamares mais altos, além de competência, é preciso ser uma companhia no mínimo agradável.

11. Pensar com Exatidão. Ter foco é outra lei essencial para quem quer obter sucesso. Devemos aprender a dirigir os nossos pensamentos somente para os assuntos, fatos e informações que, de alguma forma, nos deixarão mais próximos de nosso objetivo principal definido. A meta é passar a raciocinar dedutivamente, apenas com base em fatos comprovadamente verdadeiros, que possuam importância real e que sejam úteis de alguma maneira.

12. Concentração. Esse ponto parece ser muito mais difícil hoje em dia do que na época em que a pesquisa de Napoleon Hill foi realizada. Isso porque hoje boa parte da humanidade sofre com distúrbios de déficit de atenção. As novas tecnologias e seus processos multitarefas nos oferecem tantas coisas que cada uma delas recebe apenas uma pequena fração da nossa atenção. O resultado são trabalhos malfeitos, falta de foco, sensação de excesso de informação e um grande sentimento de frustração. A saída aqui é treinar a própria mente para pensar com exatidão. Técnicas de meditação e o hábito de lidar com apenas uma coisa de cada vez, com foco total, são úteis para esse tipo de treinamento.
13. Cooperação. Além de se associar com pessoas com a mesma linha de pensamento, os homens de sucesso entendem que a cooperação é o melhor caminho para a realização pessoal e coletiva. Isso inclui ver os concorrentes apenas como outros players do mercado, não como inimigos. Significa ver os funcionários não como escravos, mas como pessoas que estão colaborando para tornar o seu sonho realidade. A cooperação deve se dar em todos os níveis, pensando não somente no interesse próprio, mas também no bem-estar das pessoas com quem você se relaciona.

14. Fracasso. Como o fracasso pode ser uma das leis do sucesso? É simples: todas as pessoas que atingiram uma grande realização na vida, fracassaram algumas vezes antes. Na verdade, como diria Thomas Edson, aprenderam maneiras de “não inventar a lâmpada”. O fracasso deve ser visto como um grande aliado. Cada vez que você falha, você descobre uma maneira de não realizar o seu objetivo. Elimina um caminho. Continue fazendo isso até você achar a trilha ideal.

Anthony Robbins em seus treinamentos pergunta: quantas vezes você deixaria o seu filho cair antes de desistir de ensiná-lo a andar? As pessoas respondem com simplicidade: ora, ele vai cair até conseguir andar. E aí está a fórmula mágica do sucesso! Não existe maneira de fracassar, apenas de aprender como não chegar lá.

15. Tolerância. Para lidar com o fracasso, com as limitações de outras pessoas e as suas próprias, com as adversidades que a vida nos impõe, é preciso ter uma boa dose de tolerância e paciência. Você já deve ter percebido que não existe ninguém no mundo que consiga ter todas as coisas sob controle. Coisa que queremos não acontecem. Coisas que não queremos acontecem. O segredo é nos desapegar de querer controlar tudo e ter tolerância e paciência para ir acertando e errando até chegar onde queremos, seguindo sempre em frente.

A maior recomendação que alguém que está buscando uma melhoria na qualidade de vida pode receber é a de aproveitar toda a jornada, não apenas a realização da meta. O momento em que você realiza o objetivo é muito fugaz perto de todo o caminho que você tem para percorrer até ele.

Se você condicionar sua felicidade somente à realização dos objetivos, estará se condenando a uma vida triste.

16. Fazer aos outros aquilo que quer que seja feito a você mesmo. Conhecida como A Regra de Ouro, essa lei é usada em grande parte das religiões e filosofias de vida já criadas no mundo. Se ela fosse realmente levada a sério, viveríamos um mundo bem melhor.

No momento em que você percebe que somos todos – seres vivos e meio-ambiente – uma única rede interdependente, que a ideia de eu como uma coisa distinta e independente nada mais é do que uma ilusão, aí, meu amigo, temos uma grande oportunidade de nos libertarmos de padrões limitadores. Tratar as outras pessoas como a si mesmo é um passo importante para essa compreensão.

sexta-feira, 7 de março de 2014

014 - Jim Carrey

Sempre pensamos que a glória do sucesso, da fama, da riqueza e de todos os prêmios se devem à nossa capacidade de sermos mais espertos do que a maioria, de que somos moldados por nossas crenças de que perseverar significar subjugar os outros e se destacar em meio aos inimigos que se espalham no mundo e nos impedem de vencer – a qualquer custo, mesmo que justifiquemos os nossos atos como “necessários” se quisermos sobreviver –, quase sempre com base em ideias generalizadas que se perdem no passado.

Estas ideias só criam frustrações, porque para vencer é necessário estabelecer uma autoconfiança inabalável de que somos capazes. Mas mesmo assim, a verdadeira perseverança é aceitar que merecemos vencer desde que aceitemos que todas estas coisas não dependem de todas as espertezas ou subterfúgios. O merecimento não é condicionado apenas por nossa vontade, mas depende da intenção por trás dela, de perseverar tendo em mente a única condição aceitável: todos somos um perante Deus.

Esta trama de pensamentos unificados é o que permite que pessoas que não são diferentes de nós se destaquem. Neste vídeo, temos uma pequena ideia do verdadeiro sucesso que acompanha Jim Carrey. No artigo 003MH4 temos o modo de viver de outra personalidade que nos ensina o correto modo de viver para se conseguir fama, sucesso, riqueza. Todas sem esperteza senão compaixão. A felicidade está em compartilhar o bem como todos.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

012 - superação se constrói dia a dia - michael.

Filipino quebra tabu de 22 anos e usa tragédia no país como motivação. Aos 17 anos, Michael Christian Martinez é o único representante de sua nação nos Jogos Olímpicos de Sochi. Recebido na Vila dos Atletas, ele foi 1º a treinar no rinque 03/02/2014. Único representante das Filipinas em Sochi, o patinador Michael Christian Martinez foi obrigado a hipotecar sua casa perante a falta de assistência do Governo para poder realizar o sonho de participar dos Jogos Olímpicos de Inverno. "Minha casa está hipotecada. Este investimento é uma loucura", assegura a mãe do atleta filipino, Maria Teresa Martinez.

A família do jovem esportista decidiu hipotecar sua residência depois que o presidente das Filipinas, Benigno Aquino, não atendeu vários pedidos que solicitavam ajuda econômica para poder representar o país na reunião realizada na Rússia. "Acho que inclusive ninguém no gabinete do presidente sabe que há um patinador filipino que está competindo nas Olimpíadas", se lamenta a mãe do atleta em declarações ao portal Rappler.

No sábado passado, Michael se tornou o primeiro atleta de um país do Sudeste Asiático a participar da disciplina de patinação artística durante os Jogos Olímpicos de Inverno e o último a representar seu país após 22 anos de ausência na reunião. Apesar de ser consciente do pouco apoio com o qual conta por parte de seu Governo, o filipino confia em conquistar uma medalha em Sochi.

"Antes não tinha em quem me agarrar, só minha mãe. Agora também eu rezo a Deus cada vez que compito, e funciona realmente bem", assegurou Martinez, que começou a patinar aos 8 anos em uma pista de gelo de um centro comercial de Manila e durante muitas competições teve que viajar sozinho perante a falta de fundos para a viagem de seu treinador.


O jovem, original de Parañaque, um bairro da capital filipina, voltará a atuar na próxima quinta-feira [ontem] no programa curto de patinação artística, onde espera se classificar entre os 24 participantes que passam para a fase seguinte do estilo livre. Além dos obstáculos financeiros, que sempre dificultaram a compra de bons equipamentos e viagem para competições, o atleta teve que enfrentar um problemas de saúde ao ter de lidar com um asma que sofre desde os dois anos.
O primeiro passo, a primeira pirueta e a sensação de entrar para a história de um país. Quando o jovem Michael Christian Martinez entrou na pista do Palácio Iceberg, tornou-se duplamente pioneiro. Além de ser o primeiro filipino da história a representar o país nos Jogos Olímpicos na patinação artística, foi o primeiro atleta a pisar na arena de Sochi para um treino oficial. No domingo, teve que segurar novamente a emoção. Na Vila Olímpica da costa, foi recebido oficialmente, ouviu o hino de seu país e viu a bandeira das Filipinas ser hasteada novamente, após 22 anos, em uma edição das Olimpíadas de Inverno.

“É tudo uma grande experiência totalmente nova. É um momento único e estou muito feliz em estar aqui. Me chamaram a atenção os prédios, as arenas e as cores em Sochi” disse o atleta.

Suas primeiras tentativas foram apenas para se divertir, passar o tempo. Em 2008, após uma viagem para os Estados Unidos, o filipino pôde ver de perto atletas de ponta e decidiu tentar ser um profissional.

A vaga para os Jogos Olímpicos veio em um torneio realizado na Alemanha, no ano passado. Ele terminou a competição na sétima colocação. Para poder competir em alto nível, Michael teve que ficar um tempo longe de seu país. Sua mãe e fiel escudeira, Maria Teresa, é o principal suporte. Além de cuidar de sua carreira, participa do corpo técnico nos treinos na Califórnia, nos Estados Unidos.

A última participação das Filipinas em uma edição de Jogos Olímpicos de Inverno foi em 1992, em Albertville. Na ocasião, Michael Teruel disputou duas provas de esqui alpino, ficando com o 71º lugar no slalom gigante, e 49º no slalom. Martinez não era nem nascido.

“É uma grande responsabilidade representar meu país depois de tanto tempo nos Jogos de Inverno. Sei que estou entrando na história para sempre. Estou orgulhoso e espero deixar todos orgulhosos também”.

Tragédia no país serviu de motivação
A vontade de colocar as Filipinas no programa olímpico de inverno ficou ainda maior no fim do ano passado. Em novembro, o supertufão Hayan, poderoso ciclone tropical, causou destruição nas Filipinas e matou milhares de pessoas. Mesmo estando longe de seu país durante a tragédia, Michael sofreu.

“De longe, eu vi tudo que aconteceu. Cada vez que via as imagens na TV, me dava vontade de chorar. Por outro lado, aumentou minha vontade de dar o meu melhor. Quero competir por eles (filipinos), mostrar o quanto treino e trabalho por eles. Quero representar o espírito dos Filipinos em Sochi”.

"Literalmente, cresci no hospital, porque estava muito doente. Não podia praticar nenhum tipo de esporte, e muito menos exteriores, porque em seguida me dava ataque de asma", conta o patinador.

O frio, quando começou a patinar, fazia com que tivesse que que tomar medicação continuamente para não ter ataques de asma, mas, finalmente, o esporte foi beneficente para sua saúde, destaca Martínez. "Ano após ano, minha saúde vai melhorando, portanto minha mãe me apoia. Ela diz que é melhor consumir o dinheiro em patinar do que no hospital", conclui o olímpico.

A participação de Martinez se transformou em uma das notícias mais lidas das Filipinas, e ele em um dos esportistas mais populares dos Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi, reunião onde não são frequentes os representantes do países tropicais.

No site da organização, atualmente Martinez é o segundo atleta que conta com mais apoio de seguidores com cerca de 2.400 votos, só atrás do esquiador Byambadorj Bold, da Mongólia, um país no qual inaugurou a primeira estação de esqui há pouco mais de três anos.

A épica história de Martinez também é notícia nos meios de comunicação russos que contam a história do filipino para chegar a Sochi, aponta o jornal filipino The Star.

"O que me impressiona mais é como Martinez aprendeu a esquiar em condições tão péssimas. Ele aprendeu a fazer um triplo axel simplesmente vendo na televisão", comentou o treinador do filipino, o russo Victor Kudryavtsev, à Agência de Notícias da Rússia (RIA).

As redes sociais também são uma importante fonte de apoio para Martinez, onde conta com cerca de 20 mil seguidores no Facebook e 1.600 no Twitter, que enviam ânimo e energias diariamente. "Ganhando ou perdendo, já é um ganhador para todos e cada um dos filipinos", diz um de seus admiradores.

Fonte: globoesporte.com  e espn

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

011 - gunther holfort

Gunther Holtorf tem 74 anos. Em 1989, ele e sua mulher, Christine, saíram da Alemanha para uma viagem de 18 meses pela África num Mercedes G-Wagen fabricado no ano anterior. Viajar é preciso – mas o casal alemão Gunther Holtorf e sua esposa, Christine levaram esse conceito para um nível invejável. Decidiram fazer uma viagem de 18 meses ao redor da África em seu Mercedes G-Wagen. O que eles não poderiam imaginar, é que a viagem duraria 23 anos e ficaria conhecida como “A viagem sem fim de Gunther Holtorf“.


Já passou por 200 países, incluindo Cuba, Coreia do Norte e Iraque. Christine morreu em 2010. Mas pediu a Gunther que ele continuasse. O Mercedes, que se chama Otto, já passou dos 800 mil km rodados.


Gunther não tem Twitter, Facebook, blog, site ou patrocinadores. É uma viagem per se. Não tem sequer uma câmera digital. Usa duas velhas e maravilhosas Leicas com filmes. No ano que vem ele pretende terminar a jornada. O carro será entregue ao museu da Mercedes.

A justificativa? Simples: “The more we traveled, the more we realized how little we’d seen” (quanto mais viajávamos, mais percebíamos que tínhamos visto muito pouco ainda).

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

009 - john mayer

John Clayton Mayer (nascido em 16 de outubro de 1977) é um músico americano. Originalmente de Bridgeport, ele estudou na Berklee College of Music antes de se mudar para Atlanta, Geórgia em 1997. Seus dois primeiros álbuns de estúdio, Room for Squares e Heavier Things, foram bem comercialmente, atingindo multi-platina. Em 2003, ele ganhou o prêmio Melhor Performance Vocal Pop Masculina no Grammy Award para "Your Body Is A Wonderland".

John permite a gravação de áudio da maioria de seus shows, permitindo também a troca não-comercial destas gravações. Dá, assim, a chance aos fãs de recriar a experiência do show ao vivo, além de incentivar a interação entre os fãs. Estas trocas de gravações ajudaram a torná-lo mais conhecido no começo de sua carreira. 

Na edição de 1 de Junho de 2004 da revista Esquire, Mayer começou uma coluna chamada "Music Lessons with John Mayer" (lições musicais com John Mayer). Cada artigo continha uma lição (umas mais técnicas do que outras) e sua visão a respeito de vários tópicos, tanto de interesse pessoal quanto popular. Em uma ocasião ele convidou os leitores a criar a melodia para letras "órfãs" que havia escrito.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

007 - michel e erwan

Às vezes, a perda pode se transformar em vitória quando as pessoas, em vez de se resignarem, arregaçam as mangas e lutam para evitar que mais pessoas sofram. Uma perda pode se transformar em ganho quando somos tocados pela esperança. Quando acreditamos que a dor não foi em vão.

Michel Renaud perdeu sua filha de 13 anos em dezembro de 2012. Muito envolvido na luta contra a fibrose cística, ele correu uma maratona no início de abril no Polo Norte com seu filho. Para encarar o desafio eles treinaram em um frigorífico.
A fibrose cística levou Marine em dezembro, no alvorecer da idade de 13 anos. Seu pai, Michel Renaud, muito envolvido na luta contra esta doença, assumiu o compromisso de não parar de lutar pela divulgação da doença. Em Toulouse decidiu embarcar com Erwan, seu filho de 14 anos de idade, para uma aventura extraordinária. Eles competiram na Maratona de Polo Norte, carregando na mala um ursinho com o nome de Marine.

Renaud, maratonista experiente, já participou da maratona do polo em 2009, com três de seus irmãos e um sobrinho. Também falando sobre a luta contra a fibrose cística.

Para se prepararem para temperaturas próximas de 40 graus negativos, Renaud e Erwan fizeram “estágios” nas montanhas, no frio e na neve dos Pirineus e também em um armazém refrigerado perto de Toulouse. Nos 42,195 km no gelo, Michel Renaud e seu filho levaram as cores da associação Vaincre la Mucoviscidose (Vencendo a Fibrose Cística). A iniciativa foi uma oportunidade de compartilhar informações sobre esta doença genética e de arrecadar fundos para a luta contra uma doença que, segundo ele, “pretende-se curar em breve.”

Cerca de 200 crianças com fibrose cística nascem a cada ano na França.

Para assistir o vídeo da matéria na íntegra, clique abaixo.

http://globotv.globo.com/rede-globo/esporte-espetacular/v/folego-maximo-os-desafios-da-maratona-mais-fria-do-mundo-no-polo-norte/2583533/


sábado, 28 de dezembro de 2013

006 - christina bianco

O clássico ”Total Eclipse of the Heart”, de Bonnie Tyler, da década de 80, já ganhou dezenas de versões, mundo afora. Certamente, nenhuma delas se compara ao feito da cantora e comediante Christina Bianco, que conseguiu “convocar” 19 divas da música internacional, para cantarem o sucesso, ao mesmo tempo.

Christina gravou uma apresentação em que imita as vozes e os trejeitos de cantoras como Adele, Cher, Barbra Streisand, Britney Spears, Christina Aguilera, Julie Andrews, Alanis Morissette e Edith Piaf, interpretando a música de Bonnie Tyler.

Christina Bianco é uma cantora e atriz norte-americana que trabalha em teatros off-broadway, no ‘Newsical The Musical’. Ela já recebeu um prêmio de melhor atriz musical, pelo seu trabalho no Forbidden Broadway, teatro off-broadway dos EUA.
No vídeo, que foi postado há pouco mais de uma semana e já tem quase 3 milhões de acessos. Confira.


quarta-feira, 27 de novembro de 2013

002 - marina klink

Uma das cenas mais emocionantes da viagem de Amyr Klink à Antártida foi protagonizada por sua esposa, Marina Klink. Ele estava tão perto de enfrentar um dos seus maiores desafios e não estava sabendo de nada. Uma tempestade estava se aproximando enquanto enfrentava um silêncio nas comunicações, sem cartas meteorológicas, sem rádio. Marina empreendeu uma verdadeira força tarefa na tentativa de contatar Amyr. Esta história está no livro Mar sem Fim. O vídeo, a seguir, nos mostra quais são as qualidades para se alcançar os sonhos. Uma delas é o dom da invisibilidade.


TEDxTombo.






terça-feira, 19 de novembro de 2013

001 - amanda palmer.

Upgrade yourself é um dos tópicos que apresentarei como um modelo de gestão pessoal, o meio pelo qual algumas pessoas enfrentam adversidades e as transformam em novos modelos. Este mecanismo, que podemos chamar de sucesso, é uma ferramenta de marketing pessoal que é a base de uma relação diversificada daquela que estabelecemos cotidianamente através de hábitos e posturas já arraigados. Está intimamente ligado a dois fatores. Aspectos mentais, que são o modo de pensar e, os aspectos práticos, que envolvem as tomadas de decisões.

Assim, o modo de pensar do sucesso está intimamente ligado ao caráter daquele que decide o que é sucesso. Por um tempo podemos nos tornar expert em todos os assuntos que desejarmos. Tim Ferriss, aquele que determinou que o sucesso depende muito mais de uma nova visão administrativa dos nossos relacionamentos do que de uma circunstância ao acaso, diz que o expert é aquele que sabe um pouco mais e o apresenta. É aquele que busca a oportunidade onde os outros se recusam a mudar as suas costumes. Suas teorias, todas elas práticas, tem uma visão baseada nos mecanismos de ganhos e benefícios físicos, como narrado em seu livro “Trabalhe 4 horas por semana”.

Amanda Palmer usa os mesmos princípios de um ponto de vista humanitário, se Tim nos ensina a reduzir o contingente humano das operações profissionais, Amanda não só conta, como também é influenciada por este contingente humano. As suas experiências baseiam-se, sobretudo, no potencial humano, nas conexões amplas – quase que transferências subconscientes que unem todas as pessoas – (24/01MH) que interagem e criam resultados que não podem ser descritos racionalmente.



A sua observação do mercado fonográfico foi determinada por uma anomalia nos relacionamentos protocolares e habituais entre serviços e clientes. A prerrogativa era a de, inconscientemente, criar vínculos tão fortes com seus fãs que originaria um novo modelo de relacionamento. Aqui, a premissa não é criar um produto ou serviço para preencher um nicho, mas assumir uma simbiose onde sonhador e sonho passam a ser o mesmo.